Dom, 16 de Agosto de 2009 16:47
Raony Guimarães Corrêa Do Carmo Lisboa Cardenas
Artigo original escrito por John Timmer. Esse artigo é uma resposta a dois artigos publicados na última edição da revista Nature sobre a necessidade do conhecimento de informática por biólogos e da necessidade de inclusão de disciplinas de ciências da computação em cursos de biologia.
 Como em qualquer outro campo da ciência, os computadores se tornaram uma parte essencial das pesquisas biológicas. Algoritmos complicados e análises que, antes levavam meses de trabalho feito por especialistas agora estão disponíveis como serviços Web, e grandes áreas de estudo, como a genômica, já podem ser perseguidas na íntegra in silíco. Mas, mesmo que a maioria biólogos saibam como submeter os seus dados e interpretar os resultados produzidos pelas ferramentas computacionais, poucos compreendem realmente a matemática que está acontecendo por trás dos processos, além disso a maioria dos cursos relacionados a biologia não exigem informática ou qualquer matemática mais avançada do que Cálculo.
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Ter, 26 de Maio de 2009 06:28
Raony Guimarães Corrêa Do Carmo Lisboa Cardenas
Tipranavir, ou Tipranavir dissódio, é um não petpídeo inibidor da protease (PI) fabricado pela Boehringer-Ingelheim sob o nome comercial Aptivus. É administrado com ritonavir em combinação terapêutica para tratar a infecção pelo HIV. O Tipranavir tem a capacidade de inibir a replicação dos vírus que são resistentes a outros inibidores da protease e é recomendado para pacientes que são resistentes a outros tratamentos. A resistência ao próprio Tipranavir exige a ocorrência de múltiplas mutações do vírus.
Veja o vídeo
Sex, 17 de Abril de 2009 15:15
Raony Guimarães Corrêa Do Carmo Lisboa Cardenas
9/4/2009 Por Fábio de Castro Agência FAPESP – Em novembro de 1999, a ciência brasileira fez história com o sequenciamento completo do DNA da bactéria Xylella fastidiosa – agente patogênico que causava prejuízos milionários à cultura de cítricos. Utilizando softwares de sequenciamento genético com base na internet, o projeto, financiado pelo Programa Genoma-FAPESP, correspondeu também à introdução da bioinformática no Brasil. O pioneirismo dos responsáveis pelo desenvolvimento dessas ferramentas tecnológicas – João Meidanis e João Setúbal, que na época coordenavam o Laboratório de Bioinformática (LBI) do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – rendeu aos dois, uma década depois, o prêmio Distinguished Innovators, concedido pela Business Software Alliance (BSA), principal associação da indústria de software mundial.
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Qui, 19 de Março de 2009 21:11
Raony Guimarães Corrêa Do Carmo Lisboa Cardenas
  A vida nos reserva muitas surpresas e alegrias! Durante esses quatro anos de minha formação acadêmica, sempre tive a oportunidade de conhecer e trabalhar com pessoas muito boas e competentes. Muitas vezes, sem nem mesmo entender o real motivo, fui levado a enfrentar questões e adquirir conhecimento sobre coisas que eu nunca pensei que me seriam tão úteis. Uma delas foram os microRNAs.
Logo no final do meu primeiro ano de faculdade eu resolvi tentar me inscrever no curso de verão de Bioinformática que é promovido pelo Hemocentro de Ribeirão Preto todos os anos e para a minha surpresa fui aceito no curso. Talvez tenha sido mais devido a minha insistência, do que pela minha capacidade intelectual em contribuir para o grupo pois ainda estava no primeiro ano de faculdade. Bom, nesse curso eu tive o meu primeiro contato com os microRNAs através de uma pós-graduanda chama Alynne Oya e Chiromatzo que nos deu uma introdução sobre assunto, antes de começarmos a construção de um Banco de Dados que relacionava as vias metabólicas de células humanas com os microRNAs envolvidos. http://lgmb.fmrp.usp.br/mirnapath/
Qui, 12 de Fevereiro de 2009 01:36
Raony Guimarães Corrêa Do Carmo Lisboa Cardenas
Usando códigos prontos
Quando você precisa fazer alguma coisa simples e rápida, uma boa idéia é utilizar algum código que já foi escrito por outra pessoa. Muitas linguagens de programação possuem bibliotecas específicas para a Bioinformática, como por exemplo Bioperl, Biojava, Biopython ou Bioruby. Essas bibliotecas possuem funções para realizar as tarefas mais comuns como por exemplo ler um arquivo FASTA e tratar um arquivo de resultados do BLAST.
Uma boa razão para utilizar as bibliotecas existentes é para economizar tempo. As bibliotecas geralmente são muito utilizadas e por isso, já foram amplamente testadas, o que significa que a chance de ocorrer algum bug é muito pequena. Se você não conseguir fazer alguma coisa específica ou não encontrar a resposta na documentação da biblioteca, faça uma pergunta para a lista de discussão que rapidamente você receberá uma sugestão de sobre onde procurar.
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